Insumo, considerado altamente poluente, saltou 237,43% em três anos e é usado em usinas térmicas, que representam quase 50% da matriz energética do Estado. Cenário fez com que Governo decidisse priorizar fontes renováveis

Entre 2015 e 2018, houve um aumento de 237,43% no valor da compra do insumo para o Ceará, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Economia. Além disso, o carvão foi responsável por 24% de todo o volume de produtos importados pelo Estado no ano passado. Contudo, apesar de ser fundamental para geração de energia térmica e para a produção da Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP), o Governo estadual afirmou que não deverá mais investir em usinas a carvão mineral nos próximos anos. A nova diretriz deverá reduzir, no futuro, a importação do insumo no Ceará.

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