O Ceará atingiu o patamar de R$ 7,2 bilhões em arrecadação do Imposto Sobre Circulação de Mercadoria e Serviço (ICMS) entre janeiro e agosto deste ano, de acordo com dados do Banco Central (BC) trabalhados em estudo pelo Banco do Nordeste do Brasil (BNB). O levantamento indica ainda que o montante representa um avanço sobre 2016 é de 3,1%. A participação sobre os R$ 47,6 bilhões contabilizados pela soma dos ICMS nos nove estados nordestinos é de 2,5%.

Alagoas liderou a expansão da arrecadação no período investigado para o ICMS, apresentando um crescimento de 9,3%. No entanto, no que diz respeito ao valor contabilizado por cada unidade da federação localizada no Nordeste, a Bahia (R$ 13,6 bilhões) e Pernambuco (R$ 9,3 bilhões) estiveram com volumes acima do Ceará.

A participação dos dois, assim como o avanço contabilizado, no que foi arrecadado no imposto no Nordeste também foi maior do que em 2016: 4,7% e 3,2% respectivamente.

Segmentos

No Ceará, como já indica a tradição econômica do Estado, o setor terciário foi responsável por 40,3% de todo o ICMS arrecadado nos oito primeiros meses do ano. Em seguida, de acordo com os números do BC, o setor vinculado ao petróleo contabilizou a segunda maior participação (23,5%).

Setor secundário (19,3%), energia (13%), dívida ativa e outras (3,9%) encerram os setores produtivos em alta, com o primário estável (0%).

Nacional

"A arrecadação de ICMS no Brasil alcançou R$ 288,6 bilhões no período janeiro-agosto de 2017, ante R$ 273,4 bilhões em igual período de 2016, significando um ganho real de 1,7% no período em análise", diz o estudo, acrescentando ainda que, "no Nordeste, a arrecadação de ICMS foi de R$ 47,7 bilhões nos primeiros oito meses de 2017, ante R$ 44,9 bilhões em igual período de 2016, significando um incremento real de 2,2% no período em análise".

Fonte: Diário do Nordeste

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